O médico supremo trata doenças antes que elas se manifestem; o médico mediano trata aquelas que estão prestes a surgir; o médico inferior trata as já estabelecidas! Eu, Zhi Ming (com expressão séria e solene): você pode não acreditar, mas preciso lhe dizer — dentro de um ano você terá câncer... P.S.: Aos leitores que aguardam novos capítulos, recomendo que leiam os excelentes romances já concluídos: "O Médico das Mãos Mágicas" e "O Médico de Plantão com Habilidades Extraordinárias"!
— Acordou! Acordou!
— Irmã mais velha, segunda, terceira, o nosso caçula acordou!
Em meio aos gritos estrondosos e à dor cada vez mais aguda na cabeça, a consciência de Yu Zhiming foi-se aclarando. Tentou abrir as pálpebras, mas não obteve êxito de imediato.
Insistiu mais uma vez...
Após breve adaptação à luz, Yu Zhiming divisou, por um ângulo estreito, quatro rostos de uma solicitude familiar, inconfundível.
—Irmã mais velha, segunda, terceira, quarta, eu...
Recobrando os sentidos e vendo diante de si as irmãs que tanto o amavam e protegiam, Yu Zhiming sentiu, de pronto, um porto seguro no coração. Como uma criança profundamente magoada, não conteve o nó na garganta, e sua voz saiu embargada, quase chorosa.
Contudo, assim que percebeu o tom, recordou-se de que já era um homem de vinte e seis anos, não mais uma criança. Apresou-se em conter o pranto, fungando discretamente.
Mal sabia, porém, que esse gesto fez latejar as feridas no rosto, arrancando-lhe caretas de dor.
— Caçula, dói muito, não é? — Yú Xiangwan, sua irmã gêmea, olhava-o cheia de pena, estendendo a mão para tocar-lhe o rosto, mas a irmã mais velha foi mais rápida e afastou-lhe a mão com um tapa.
— Não toque, quarta! — repreendeu a primogênita.
— Ora, não diga tolices. Vê como ele está com o rosto todo inchado e machucado, mal consegue abrir os olhos. Como não haveria de doer? — Yú Xiangwan sorriu desajeitada e, teimosa, ergueu um dedo diante dos olhos do irmão.
— Caçula, quantos dedos são estes?
— Um!
— E agora? — E começou