O Alquimista Mecânico

O Alquimista Mecânico

Autor: Aguardando às cegas

Nas profundezas obscuras das masmorras, jazem incontáveis relíquias ancestrais e tesouros ocultos. Mistérios sinistros, aberrações, artefatos amaldiçoados... Abismos, catacumbas, antigos deuses, raças míticas... Engenheiros mecânicos, implantes de runas, torres negras de cidades colossais... Alquimia de mil formas curiosas, onde se mistura uma pitada de steampunk, duas de mistério sobrenatural, e assim se compõe um mundo fantástico, vibrante e multifacetado. Eu sou um alquimista de autômatos. Sozinho, sou um exército!

O Alquimista Mecânico

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Capítulo Um: O Sequestro

— Isto agora complicou-se um pouco… O grau de perigo deste espaço amaldiçoado provavelmente já atingiu o nível “A”. Sem aquele rapaz, não podemos garantir que não seremos enterrados aqui…
— Chefe, já basta termos encontrado nas profundezas da “Zona D33” uma relíquia que nem o Sindicato de Caçadores registrou, mas este maldito casarão ser ainda um raro “Espaço Amaldiçoado de Classe A”? Quem afinal é esse rapaz, e o que veio fazer aqui?
— Para que os figurões da Cidade Interna o exilassem e ainda oferecessem recompensa pela sua eliminação completa, sua identidade certamente não é trivial. É uma pena… Eu queria arrancar algum segredo dele antes de matá-lo, por isso o seguimos por tanto tempo. Não esperava acabar metido nesta enrascada…
— Ei… parece que ainda não morreu.

...

Respirava com dificuldade, o tórax arfando violentamente, como se tivesse despertado de um pesadelo de afogamento. Su Lun abriu os olhos com súbita intensidade.
Ofegava, aspirando o ar em grandes golfadas, enquanto a sensação sufocante lentamente se dissipava.
Seu olhar começou a se concentrar; estava numa sala desconhecida.
“Onde estou…?”
Tentou se levantar, mas ao baixar os olhos percebeu que estava firmemente amarrado a uma cadeira de madeira, sem poder mover-se.
O cheiro forte de sangue invadiu-lhe as narinas e, ao examinar-se, constatou o desastre: sua camisa de linho branca estava manchada de sangue em vários pontos, com feridas abertas e laceradas. O mais aterrador, porém, eram as duas mãos: cada uma presa por um punhal afiado, cravado nos braços da cadeira, enq

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