O Dragão que Domina o Tempo

O Dragão que Domina o Tempo

Autor: Tang, Song, Yuan, Ming e Hidrogênio

A imensidão gelada da tundra ártica se estende até onde os olhos conseguem alcançar, fria e implacável. Lobos de inverno esgueiram-se silenciosamente, tigres de gelo rugem entre as nevascas, e gigantes bramam sua presença... Diversas criaturas desafiam o vendaval de neve, lutando pela sobrevivência. Nesse cenário, um filhote de dragão branco, dotado do poder sobre o tempo, rompe sua casca e abre seus olhos de dragão de platina, brilhando com cores resplandecentes. Anos depois, nos vastos mundos, surge uma entidade que atravessa passado, presente e futuro, vagueando por múltiplas linhas temporais, e forjando lendas infinitas: o dragão soberano do tempo.

O Dragão que Domina o Tempo

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Renascendo como um dragão

À noite, Galon estava lendo um romance, deitado na cama, de lado, meio apoiado no travesseiro, com o celular ainda carregando.

De repente, tudo escureceu diante de seus olhos, e sua visão mergulhou num breu sem fim.

...

Ao despertar da escuridão, a mente de Galon estava quase totalmente vazia.

Com algum esforço, abriu os olhos e percebeu que tudo ao redor lhe parecia turvo, as imagens sobrepostas e confusas, e sons estridentes e incômodos ecoavam próximos aos seus ouvidos.

“Será que estou sonhando?”, pensou consigo.

Sacudindo a cabeça com força, sua consciência foi se tornando mais clara.

Antes que pudesse observar melhor o ambiente ao seu redor, notou que a maior mancha branca em seu campo de visão se unificava, tomando forma diante dele: um ser colossal, cuja presença quase o fez saltar de susto.

Era uma besta gigantesca, de uma brancura glacial, com asas semelhantes às de um morcego, porém ampliadas e reforçadas, membranas grossas e vigorosas.

A superfície de seu corpo era coberta por escamas brancas como cristal de gelo, lisas e belas, refletindo uma luz cintilante. As escamas se encaixavam perfeitamente, sem deixar brecha alguma, conferindo-lhe uma aparência de defesa impenetrável.

Seu porte era imenso aos olhos de Galon; mesmo deitada preguiçosamente no chão, parecia uma torre robusta e colossal.

A opressão era tamanha que Galon chegou a se esquecer de respirar.

A criatura fitava Galon com olhos de pupilas verticais e frias, como se aguardasse alguma reação.

Nesse instante, o corpo de Gal

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