Este é um mundo estranho e enigmático… Montanhas, rios, pedras, flores, relva, árvores, madeira, o sol, a lua, as estrelas… tudo no céu e na terra é fonte de poder. Aqui, existem todos os clássicos literários das vidas passadas, mas reunidos sob um novo nome: o “Cânone do Dao”! Descobri, afinal, que ler livros pode conceder poder? Fang Zhengzhi está em conflito: deveria ler primeiro o “Dao De Jing”, o “Qi Men Dun Jia”, os “Analectos” ou, quem sabe… o “Jin Ping Mei” ou o “Romance do Pavilhão Oeste”? Tomando o “Cânone do Dao” como raiz, dominará os caminhos de todas as coisas e abrirá a porta para tornar-se um deus! P.S.: Grupo VIP: 450416188 (acesso mediante assinatura completa) Grupo comum: 392767347 (acesso livre, sem necessidade de valor de fã)
No meio da tênue fumaça das cozinhas, uma névoa diáfana envolvia, aos pés das Montanhas Cangling, uma pequena aldeia erguida de pedras. Com o lento ascender do sol nascente, um feixe dourado de luz desceu do céu, pousando sobre um modesto pátio de quatro portas no interior da aldeia, como se o envolvesse num manto de nuvens tão leves quanto um véu de gaze...
— Que desgraçado...! Quem foi o miserável que roubou a minha galinha de Plumas de Fogo?!
Um grito agudo, fora de hora, rompeu a quietude da manhã naquele pequeno pátio, assustando as aves empoleiradas nas antigas árvores do jardim — pássaros de plumas verde-esmeralda, coroados por diminutos diademas dourados.
Galinha de Plumas de Fogo?
Ainda assim, é apenas uma galinha!
Fang Zhengzhi torceu os lábios, girando no espeto a galinha de Plumas de Fogo que assava, perfumada. Lançou um olhar ao riacho de águas límpidas ali ao lado e, cauteloso, retirou do peito uns embrulhos de papel grosseiro, amarelo, que, ao abrir, revelaram pós de variados matizes: vermelhos, brancos, cinzentos...
Eram verdadeiros tesouros. Naquela aldeiazinha, não se dava importância ao tempero; nada além de óleo e sal, nem mesmo sequer pimenta. Por isso, Fang Zhengzhi, arriscando a vida, provou cem ervas para criar seus próprios condimentos para o churrasco!
Comer...
Ah, que deleite é comer! Desde que viera para este maldito lugar, não tinha mais que pães cozidos no vapor e bolos de verduras; nem mesmo um pão recheado lhe era concedido.
Para garantir seu contínuo desenvolvimento, Fang Zhengzhi sent