Na maioria das profissões, há aqueles para quem o destino não concede sequer o pão de cada dia, outros a quem o destino oferece de bom grado, e há ainda aqueles a quem o destino praticamente obriga a comer. No campo das forças privadas, o destino forçou Glória a aceitar tudo o que lhe era dado. Logo no início, foi sequestrado, e para sobreviver, Glória foi obrigado a tornar-se parte de uma empresa de forças privadas. Até que, certo dia, no universo das operações privadas, Glória tornou-se um termo técnico, sinônimo de excelência. Ele dedicava-se a fornecer todos os serviços periféricos relacionados à guerra, incluindo, mas não se limitando a, força armada, armamento, informações e suporte técnico. Sua reputação era um selo de qualidade, um verdadeiro exemplo de integridade no setor. Glória, alguém em quem se pode confiar.